sexta-feira, 20 de abril de 2012

VAMOS A JUIZ DE FORA ?

Alunos e professores da Escola Municipal Professora Elza Rogério  começam a se  preparar  para conhecer a cidade de Juiz de Fora,cidade mais importante da Zona da Mata Mineira.Os textos e imagens a seguir servirão de fonte de pesquisa para os nossos trabalhos.
Museu Mariano Procópio, localizado em Juiz de Fora, é o primeiro museu surgido em Minas Gerais. Fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, abriga um dos principais acervos do país, com aproximadamente 50 mil peças.
Seu conjunto arquitetônico compreende dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e o Prédio Mariano Procópio, inaugurado em 1922. Atualmente, ambos se encontram em reformas, estando fechados para visitação pública.
Além do conjunto histórico, conta com um acervo natural de grande importânciaecológica, valorizando em seus jardins a exótica flora brasileira.

Museu Ferroviario de Juiz de Fora


Museu Ferroviário de Juiz de Fora é um museu localizado em Juiz de ForaMinas Gerais. Dedicado à história da ferrovia no município e também no Brasil, foi inaugurado em agosto de 2003.

Universidade Federal de Juiz de Fora


A UFJF foi criada em 1960 por ato do então Presidente Juscelino Kubitschek, a fim de tornar-se um pólo acadêmico e cultural de uma região de 2,5 milhões de habitantes no Sudeste do Estado de Minas Gerais que tem como centro a cidade de Juiz de Fora. 



Parque Halfeld


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Parque Halfeld é um parque localizado no município de Juiz de ForaBrasil
Situado em ponto nobre,na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Halfeld,
 é o primeiro logradouro público da cidade.

História

O terreno onde se localiza o parque pertencia ao engenheiro Henrique Halfeld,
sendo adquirido pela câmara em 1854 por mil réis.[3] Conhecido originalmente
 como Largo Municipal e posteriormente Jardim Municipal, o local era, até 1879,
descuidado, servindo para a armação de espetáculos circensescavalhadas e
 outras formas de entretenimento itinerante. 
Em 1901, o Coronel Francisco Mariano Halfeld (filho de Henrique) contratou a empresa
Pantaleone Arcuri & Spinelli e pagou do próprio bolso a quantia de vinte e seis contos de réis
para uma nova reforma do jardim municipal, que recebeu em sua homenagem, 
através da Resolução n° 472, de 31 de julho daquele ano, a denominação de Praça Coronel Halfeld.
As obras foram inauguradas em 1902, e em 1923 a praça voltou a ser remodelada,
sendo retirados os gradis que a circundavam. Desde então vem sofrendo alterações,
 algumas menores e outras significativas, em praticamente todos os governos,
principalmente a partir de 1965.[4] A última reformulação paisagística ocorreu em 1981,
quando o Parque Halfeld, como é atualmente conhecido, teve sua área de terra e areia
substituída por novos passeios de pedra portuguesa e diversas árvores derrubadas.
Dos elementos implementados no projeto de 1901, restaram apenas o lago,
a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu.
Foi tombado pela prefeitura em 29 de dezembro de 1989.

Catedral Metropolitana de Juiz de Fora


Catedral Metropolitana de Juiz de Fora é um templo católico localizado no centro da
 cidade de Juiz de Fora. É sede da Arquidiocese de Juiz de Fora, cuja jurisdição abrange
 37 municípios da Zona da Mata Mineira, e templo oficial do Arcebispo Metropolitano,
 Dom Gil Antônio Moreira, onde são realizados os principais e mais solenes eventos
 e celebrações da Igreja Católica da região.[1]



Origem:  Wikipédia, a enciclopédia livre.


CENTRO CULTURAL BERNARDO MASCARENHAS
 Histórico
“Mascarenhas, meu amor!”, campanha de artistas, jornalistas e intelectuais de Juiz de Fora e do país, na década de 80, marcou a história da cidade e contribuiu, de forma decisiva, para que a antiga fábrica de tecidos de Bernardo Mascarenhas se transformasse em espaço de cultura. A inauguração do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas aconteceu em 31 de maio de 1987, exatamente cem anos depois do início da construção da velha fábrica de tear.
O pioneirismo do empresário Bernardo Mascarenhas, que veio de Curvelo (MG) para Juiz de Fora, em 1822, impulsionou o crescimento industrial da cidade, com a construção da Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas e da primeira Usina Hidrelétrica da América Latina. Sua fábrica de
Clique na imagem para ampliar
tecidos, a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas, começou a funcionar em maio de 1888, com 60 teares ingleses, foi a primeira a utilizar um motor elétrico Westhinghouse no país, em 1898 e também pioneira ao instalar música ambiente em suas instalações, em 1932. À época da inauguração, os jornais e revistas do país destacaram o empreendimento, especialmente pelas características arquitetônicas do prédio, hoje importante complexo histórico-cultural de Juiz de Fora, referência da fase de industrialização mineira do início do século XX. A expansão e avanço tecnológico da fábrica não resistiram às modificações político-econômicas do Brasil. Em 14 de janeiro de 1984, a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas encerrou suas atividades, deixando um terreno de 10.450 m2, com uma área coberta de aproximadamente 7000 m2, patrimônio utilizado para pagamento de dívidas ao Estado de Minas Gerais e à União.

Clique na imagem para ampliar

A Prefeitura de Juiz de Fora tinha interesse em preservar o complexo arquitetônico. Em 1982, iniciou o processo de tombamento municipal do prédio, assinado em 19/01/1983. Entre os anos de 1983 e 1987, negociou a compra das instalações da fábrica, que foi totalmente restaurada para abrigar o Centro Cultural e o Mercado Municipal, preservando-se as suas características originais.
A transformação da fábrica de tear em espaço de cultura foi, em 1987, o mais ousado projeto cultural de Minas Gerais, que tinha ação similar apenas em São Paulo, na Fábrica Pompéia. A inauguração brindou a população com intensa programação artística.
Em 1997, o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas foi fechado para reforma e reaberto em 2000, totalmente restaurado, mantendo suas características arquitetônicas originais. Com a participação dos setores artísticos, a FUNALFA democratizou as diretrizes para a ocupação do espaço, com a criação de editais.
Hoje, o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas abriga relevantes manifestações artísticas da cidade e de outros centros do país. Visando aprimorar a sua infra-estrutura e permitir o acesso de portadores de necessidades especiais, o espaço passará por reformas estruturais.
Fonte:FUNDAÇÃO CULTURAL ALFREDO FERREIRA LAGE (FUNALFA)



O Independência Shopping é o primeiro grande shopping de Juiz de Fora e o único shopping em um raio de 100Km. Está estrategicamente localizado em uma das principais vias da cidade e a apenas 5 minutos do centro.

Sua arquitetura moderna segue as últimas tendências internacionais: um shopping em curva, com vitrines avançadas que facilitam a visibilidade das lojas, corredores amplos e iluminação natural. Juntam-se a estes diferenciais as varandas externas que permitem uma linda vista panorâmica da cidade.

Com mix sofisticado de marcas locais e nacionais, o shopping possui 152 lojas e forte ancoragem, 3 pisos de estacionamento e um completo corredor de serviços, sem contar com cinco salas de cinema multiplex e as operações de lazer Magic Games e Saraiva Mega Store.

Com a chegada do shopping, Juiz de Fora se consolida como cidade pólo da região e capital da Zona da Mata, atraindo cerca de 2 milhões de pessoas do entorno, além de visitantes do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo.

Inauguração: Abril de 2008.
Área construída: 85.000m²
Âncoras: 4 (Renner, C&A, Leader e Lojas Americanas).
Mega Lojas: 6 (Casas Bahia, Ponto Frio, Centauro, RiHappy, Ricardo Eletro e Saraiva Mega Store).
Satélites: 104
Lazer: 5 salas de cinema UCI Kinoplex, Magic Games e Saraiva Mega Store.
Estacionamento: 1300 vagas
Distâncias: 184Km do Rio de Janeiro, 272Km de Belo Horizonte, 506Km de São Paulo.
 


Escola desenvolve projeto de estímulo à leitura em Minas


o início de cada ano letivo, a Escola Municipal Professora Elza Rogério escolhe um autor para ser estudado e homenageado por todas as turmas do ensino fundamental durante a realização do projeto Sarau Poético. O selecionado, este ano, é o poeta Vinícius de Moraes (1913-1980). Em 2011, foi a poetisa Cecília Meireles (1901-1964). A escola está localizada no município de Muriaé, na Zona da Mata mineira, a 300 quilômetros de Belo Horizonte.
De acordo com Vilma Assis Gomes, que dá aulas a alunos do terceiro ano do ensino fundamental, o projeto engloba a realização de diversas atividades, de acordo com a maturidade de cada classe. “Para finalizar, há apresentações de trabalhos de todas as turmas, envolvendo declamação de poesias, dramatizações e danças, dentre outras atividades”, explica a professora, que tem pós-graduação em letras — língua portuguesa e literatura brasileira. Com sete anos de magistério, seis dos quais na escola, ela já lecionou em outras unidades de ensino municipais e estaduais das áreas urbana e rural de Muriaé e do município vizinho de Miradouro.
Outro projeto de estímulo à leitura desenvolvido na escola é o Vai e Vem, criado para despertar o gosto pela leitura e pela literatura, enriquecer o vocabulário e melhorar a escrita. Inicialmente, quando começa o ano letivo, a diretoria da instituição distribui livros de literatura em cada turma, de acordo com a idade e o nível de escolaridade dos alunos. Segundo a diretora, Maria Helena de Andrade, nas turmas do primeiro ao quinto ano, as obras ficam guardadas em sala de aula, sob a responsabilidade dos professores; do sexto ao nono, ficam na biblioteca. Nos dois casos, às sextas-feiras, os estudantes podem escolher os livros que desejam ler. O controle é feito com o auxílio de um caderno, no qual são anotados os nomes dos estudantes e os títulos dos livros emprestados e devolvidos.
“Em geral, os livros são recolhidos na segunda-feira para a redistribuição na sexta-feira seguinte e, assim, dar sequência ao projeto”, explica a professora Vilma. Sempre que possível, os alunos participam de uma roda de apresentação dos livros lidos. “É nítida a empolgação dos alunos no momento da escolha dos títulos”, ressalta. “Um aluno sempre influencia outro colega.”
Vilma deixa claro que a intenção do projeto não é obrigar o aluno a ler, mas permitir que ele tenha contato com o mundo mágico dos livros e que, desse modo, descubra por si mesmo o prazer de ler.
Interesse — “Em minhas aulas de literatura, já faz parte da prática a ida à biblioteca onde funciona o projeto Vai e Vem”, revela Alessandra Braga Breder Peixoto, que leciona em turmas do sexto e do sétimo anos. Periodicamente, ela promove debates com os alunos para que todos possam comentar sobre as obras lidas. “A conversa desperta o interesse da turma pela leitura de um livro que o colega já leu”, relata. “Às vezes, acontece até uma disputa para ler o mesmo livro.”
Para Alessandra, é gratificante observar, nos estudantes que vivem uma realidade difícil, o contato e a leitura de livros de poesia, de invenções ou de aventura. “É bom saber que esse aluno dedicou seu tempo simplesmente à leitura. É o máximo”, diz a professora. Graduada em letras, ela está há 20 anos no magistério. 
(Fátima Schenini)
Fonte:MEC-JORNAL DO PROFESSOR 

domingo, 15 de abril de 2012

VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?










Sind-UTE/MG realiza manifestação durante debate público na ALMG
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou, dia 09/04, um Debate Público com o tema “O novo Plano Nacional da Educação e o Acompanhamento da Sociedade Civil”. A atividade também teve o objetivo de instalar o Fórum Estadual de Educação.

Embora o debate fosse sobre educação, os atores sociais que estão na escola pública foram excluídos da discussão, uma vez que a Mesa foi composta sem a presença de profissionais da educação e de estudantes. Também não houve a participação da sociedade civil.

Mas a atividade serviu para que o Sind-UTE/MG organizasse uma manifestação exigindo do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa o pagamento do Piso Salarial. Foi também momento oportuno para denunciar os diversos problemas vividos pela categoria. As galerias e o plenário ficaram lotados de profissionais da educação. O Sindicato entregou aos presentes o Dossiê da Educação em Minas Gerais, documento que traz uma síntese da realidade da educação no Estado e denuncia a política de desvalorização sofrida pela categoria. Os/as trabalhadores/as em educação se manifestaram exibindo faixas e pratos de alumínio com o tema: A Educação Mineira tem fome de Piso Salarial, Carreira e de Qualidade.

Embora o nome do evento fosse “Debate Público”, após a Secretária-Adjunta de Estado da Educação, Maria Ceres Pimenta Spínola Castro, ter desistido de fazer a sua palestra cujo tema era: “O direito à educação e a participação da sociedade civil”, argumentando sobre a manifestação da categoria, o Deputado Bosco encerrou as atividades sem que os presentes tivessem respeitado o seu direito à palavra.
FONTE:http://www.sindutemg.org.br

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL ELZA ROGÉRIO ASSISTEM PALESTRA SOBRE O PICO DO ITAJURU

No dia 02 de Abril de 2012 os alunos do 7°ano do Ensino Fundamental da E.M.Professora Elza Rogério tiveram o prazer de assistir uma palestra sobre o Pico do Itajuru ministrada pelo professor e escritor Cristian Lima.Através desta palestra os alunos tiveram oportunidade de conhecer um pouco da fauna e flora do pico do Itajuru identificando nela nossa tão famosa Mata Atlântica.Foram sorteados para ops alunos dois exemplares do livro escrito pelo Professor Cristian -PICO DO ITAJURU MEMÓRIA DA NATUREZA.Agradeço ao jovem colega pelos momentos de aprendizagem que nos proporcionou e o parabenizo pelo belíssimo trabalho que vem desenvolvendo como professor,pesquisador e escritor.